De quantas grandes oportunidades você já abriu mão por medo de falhar? Muito provavelmente o número é tão alto que você sequer o conheça. Recebemos chances na vida das quais abrimos mão por total insegurança e que, se encaradas, poderiam ter nos levado ao sucesso, à satisfação, ao reconhecimento. Poderiam, enfim, ter nos levado além. Mas o medo de ser um perdedor falou mais alto. De fato, nós não sabemos onde moram as grandes oportunidades, os melhores caminhos. Não sabemos com certeza absoluta quais decisões são acertadas. Mas o temor excessivo do erro, via de regra, costuma nos paralisar. Não só no momento, mas em nossa trajetória. O comodismo é um grande mal. Ele costuma se apresentar como a melhor alternativa porque fala do lugar-seguro. Se você não corre riscos, estará tranquilo. Mas a falta de movimento pode ser tão perigosa quanto o grande salto. “O barco está seguro no porto, mas não é para isso que barcos são feitos.”  

Todo medo tem uma razão de existir

O medo de falhar é a grande força motora de todos os fracassados. E ele não pode ser julgado como algo fácil de resolver. Nossos receios vêm de frustrações, do próprio julgamento, das falhas. Resultados ruins que nos traumatizaram podem nos paralisar; a demora em alcançar um grande objetivo pode fazer com que fiquemos quietinhos para evitar perder o que conquistamos. Não significa que isso seja de todo mal. O medo é também uma forma de proteção. Quando nos vemos em uma situação complicada, ele entra em ação. Neste momento em questão, somos capazes de antever situações com base em nossas experiências de vida e projetar possíveis cenários. O problema está em apostar sempre no pior desses cenários e não avançar.

Como superar o que nos paralisa

Para começar, não atribua o fracasso a você. Evite personalizá-lo. Quando algo  dá errado, a tendência é que coloquemos a culpa em nós mesmos. Repetidamente, isso cria uma lógica de defesa, na qual ignoramos fatores externos, possibilidades diversas e as chances de sucesso em uma nova tentativa. Se os seus medos já estão enraizados, eles precisam ser identificados. Todo pensamento nasce de uma crença central, desenvolvida ao longo da vida e que condicionou uma série de imagens a respeito do que acontece ao nosso redor e também de nós mesmos. Por isso, é preciso questionar todos os medos: eles servem para algo bom? No que estão interferindo? O que você já poderia ter alcançado se eles não existissem? A partir dessa identificação, é preciso trabalhar para quebrar crenças e revisitar oportunidades e a visão que você teve a respeito delas. Não se culpe, vá ao seu tempo. É preciso lembrar que o medo de ser um perdedor é natural do ser humano, e que ele pode inclusive ser usado a seu favor. No entanto, estagnar na vida por falta de coragem de encarar alguns riscos impedirá que o sucesso chegue a você. Entre em contato conosco e saiba mais sobre como vencer a inércia trazida pelo medo!